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DEZ
01
01 DEZ 2022
EDUCAÇÃO
Educação de Bariri encerra Mês da Consciência Negra com luta contra o racismo
Foto Noticia Principal Grande
Diversas atividades foram realizadas em todas as unidades escolares de Bariri, durante todo o mês de novembro (Fotos: EMEFs Eurico, Joseane e Masson)
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“A rede municipal de Educação de Bariri mostra-se a cada dia brilhante na busca
de um currículo plural no qual todos tenham voz e vez”, destaca a diretora Stefani.

Todo o mês de novembro foi marcado pela importância das discussões e ações para combater o racismo e a desigualdade social no país, bem como sobre avanços na luta do povo negro e sobre a celebração da cultura afro-brasileira.

No dia 20 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, feriado em mais de mil cidades brasileiras e uma referência à morte de Zumbi de Palmares, negro pernambucano que nasceu livre e foi escravizado aos seis anos de idade. Ele foi líder do Quilombo dos Palmares e morto em 1695 na região de Alagoas. Sua vida foi marcada pela luta contra a escravidão que terminou oficialmente 190 anos após sua morte — no dia 13 de maio de 1888 com a Lei Áurea.

Em Bariri, foi por meio da Educação municipal que foram abordadas essas reflexões acerca da consciência negra como consequência “de muita luta daqueles que vieram primeiro abrindo caminhos para uma sociedade mais justa e igualitária”, de acordo com a diretora da pasta, Stefani Borges. “A Educação é o principal pilar na construção de qualquer de mudança”, destaca. 

Como exemplo das atividades, a EMEF Prefeito Modesto Massona incentivou e orientou os alunos na produção da boneca Abayomi, nas aulas de Filosofia, como uma ação de reflexão sobre a Consciência Negra. 

A professora de Filosofia Valéria Videira Cocia explicou que a Abayomi é símbolo de resistência e empoderamento da mulher negra, pois as mães africanas para alegrar seus filhos nas viagens a bordo dos “navios tumbeiros”. 

“Essas mulheres rasgavam retalhos de suas roupas e criavam pequenas bonecas, as Abayomi que significa “Encontro Precioso”, em Iorubá.  E as crianças aprenderam de forma lúdica a confeccionar essas bonecas e levaram para suas famílias a mensagem de respeito às diferenças, e valorização do outro como ser humano”, destacou a professora Valéria. 

Ela disse ainda que “essas ações na Escola Masson auxiliam na formação de uma sociedade com menos julgamentos, mais gentilezas; menos ofensas, mais perdão; menos discórdia, mais união, ou seja, menos preconceitos, mais respeito!!!”.

Já na EMEF Joseane Bianco, para celebrar o "Dia da Consciência Negra" foi desenvolvido o projeto "Cor Brasil 2022", com oficinas e apresentações. De acordo com a comunidade escolar, dois trabalhos se destacaram dos demais: a "Exposição de Fotos #ORGULHO CRESPO", com fotos feitas por João Paulo Facin, fotógrafo profissional, e Mayara dos Santos, professora da escola, e executado pelas professoras Mayara dos Santos, Meire Fiuza e Michele Bonati; também teve o cantinho representando o projeto "Hora do fuxico: contando histórias, construindo identidades", protagonizado pelas professoras Vanessa Cisneiro e Vânia Tessaroli.

Além das exposições, os alunos tiveram oficinas de leitura dos livros "Insubmissas lágrimas de mulheres", de Conceição Evaristo e "Pequeno manual antirracista", de Djamila Ribeiro e da cartilha "São Paulo contra o racismo".

Também foram divulgados sete vídeos durante a semana em celebração à Consciência Negra, contemplando o projeto "Papo com elas". Nesse trabalho, no qual alunas reuniam-se quinzenalmente com a professora Meire Fiuza para um bate-papo sobre a condição feminina na contemporaneidade, foram feitas também entrevistas com mulheres representativas da comunidade negra de Bariri, as quais foram orientadas pelas professoras Meire Fiuza e Renata De Gaspari Cruz. Os vídeos tratavam da questão “Como foi sua história de empoderamento?”
Ainda foi feita a premiação do Concurso de Redação e entrega de medalhas de conquistas dos alunos em campeonatos e olimpíadas culturais, durante o segundo semestre.

Na EMEF Profº Eurico Acçolini as atividades em comemoração ao Dia da Consciência Negra incluíram produção de cartazes pelos alunos, dança e apresentação cultural, tudo com orientação dos professores.

A diretora de Educação, Cultura e Esporte , Stefani Borges, informou que diversas atividades foram realizadas em todas as unidades escolares de Bariri, durante todo o mês de novembro. Ela lembrou que, neste ano ainda foram feitas reflexões sobre a lei 12.711, que completou 10 anos no mês de agosto. Conhecida como “lei de cotas”, a lei prevê que uma parcela das vagas das universidades e institutos federais sejam reservadas a estudantes oriundos do ensino público a partir de critérios étnico-raciais, de renda e deficiência.

“A lei 10639/03 é um dos mecanismos criados para que a base social, formada na escola, entenda que todas as culturas são fundamentais. E a rede municipal de Educação de Bariri mostra-se a cada dia brilhante na busca de um currículo plural no qual todos tenham voz e vez”, finalizou Stefani.
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