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AGO
11
11 AGO 2022
SAÚDE
Saúde de Bariri faz campanha de controle e prevenção da leishmaniose
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Agosto é o mês do combate à leishmaniose;  ação de conscientização
sobre a doença será na Praça da Matriz, das 8 às 10h30,
quando haverá também distribuição de vacina antirrábica

Nesta sexta-feira, dia 12, a Diretoria de Saúde da Prefeitura de Bariri promove campanha de controle e prevenção da leishmaniose. A ação de conscientização sobre a doença será na Praça da Matriz, das 8 às 10h30, quando haverá também distribuição de vacina antirrábica (contra a raiva aninal).

A leishmaniose é uma doença infecciosa, porém não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos.

De acordo com a informação do Setor de Vigilância Epidemiológica de Bariri, a última notificação de Leishmaniose aconteceu em março de 2012. Mesmo assim, segundo a diretora da pasta, Marina Prearo, as medidas preventivas são muito importantes para controle da doença.

“A leishmaniose é considerada uma ‘antropoonoze’, ou seja, doença que acomete animais silvestres, cães não vacinados e eventualmente o homem. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano”, informou Marina. 

A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. Seus nomes variam de acordo com a localidade, os mais
comuns são: Mosquito palha, Tatuquira, Birigüi, Cangalinha, Asa branca, Asa dura e Palhinha.

Os principais sinais da leishmaniose visceral

Entre os principais sinais leishmaniose visceral no ser humana estão a febre irregular e prolongada, anemia, indisposição, palidez da pele e/ou das mucosas, falta de apetite, perda de peso e inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.

A diretora Marina orientou que o diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. “A detecção e tratamento da leishmaniose precoce da devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte”, destacou.

O SUS, por meio da unidades de Saúde, oferece tratamento específico e gratuito para a doença. É importante reforçar que quanto antes o doente procurar orientação médica e tratamento, maior a possibilidade de recuperação e cura.

Prevenção

As medidas preventivas visam a redução do contato homem-vetor, podendo ser realizadas medidas de proteção individual, dirigidas ao vetor e à população canina, tais como: uso de mosquiteiros com malha fina, telagem de portas e janelas, uso de repelentes, manejo ambiental, através da limpeza de quintais, terrenos e praças, eliminação de fontes de umidade, não permanência de animais domésticos dentro de casa, eliminação e destino adequado de resíduos sólidos orgânicos, entre outras medidas de higiene e conservação ambiental que evitam a proliferação do inseto vetor.

Em, Bariri, conforme a informação da diretora Marina Prearo, foram feitas pesquisas da incidência do mosquito transmissor da leishmaniosepela SUCEN (Superintendência de Controle de Endemias). “Todas as pesquisas resultaram negativas. Isso não significa que não tenha flebótomos, apenas que não foram encontrados. Por isso, de acordo com os critérios em Saúde, Bariri é município silencioso, sem mosquito e sem casos humanos ou caninos”, esclareceu.
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